terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Inner chaos: there is a light that never goes out?

Source: Google.



There is a light that never goes out?


Definitely not.

There's a hole in the middle of my chest telling me the opposite thing. As I look to this deep injury I can only see the remarkable and infinite dark void.

There's nothing on the other side.  Nothing. Not a single grain of hope and comfort waiting to hold our ghostly hands and guide our paths, nor a silver plate where we can lay down forever our cumulative sorrow of a past miserable life.

There's darkness that's all.

All is nothing.
We are nothing.

And now is all that we have

Carol Sammartano ¦ Deathcharisma ¦ Autumn

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Inner chaos: I am poetry among the sorrow


I am poetry among the sorrow


I don't think I can handle the pain any longer.
The elder gods left me alone on this field full of dead dreams, on this devastated land of sorrow.
I lay myself alone among the dried flowers and allow my heart to find its own way through loneliness.

Carol Sammartano | DeathCharisma | Autumn

domingo, 25 de dezembro de 2016

Caos interior: uma triste constatação

Créditos: Google.



A triste realidade de ter amigos em melhor condição financeira que você.


É como se eu respirasse e me afogasse através das suas postagens



Antes de tudo, não, não tenho aquela inveja em que se deseja que a outra pessoa não tenha nada, ou que a força do desejo é tão grande que a energia canalizada é amarga.

Eu tenho mesmo é vontade de ter a mesma coisa e o questionamento perene do não poder tê-la.

Sou uma pessoa muito machucada pela vida, e tenho sonhos banais, os quais provavelmente para alguns de meus amigos, parecem coisas simples de se realizar.

Mas não são.

São quase inatingíveis pra mim.

O maior deles é viajar. Majoritariamente para a Europa onde estão minhas raízes.

De onde eu sinto que vim.

Vou te dizer, amo meus amigos, mas dói ver outras pessoas realizando um sonho seu e você ficando pra trás.

"Ah, mas dinheiro você junta fácil", "ah, mas dinheiro pra viajar é fácil".

Não.

Quando você mora na zona leste de São Paulo, na periferia onde só passam 2 ônibus, não é fácil.

O dinheiro não vem. O dinheiro não rende. 

Eu tenho consciência de que já vivi tempos piores, de que tive o privilégio de estudar numa escola particular e meus pais comiam o que sobrava da panela para pagarem as contas. 

A mensalidade da escola sempre atrasava porque meu pai era o único provedor. Minha mãe optou por não trabalhar pra cuidar de mim e do meu irmão e da mãe dela que ficou doente muito cedo.

Entrei numa faculdade pública e me formei. Sei bem que isso já é acima da média pra quem mora no mesmo lugar que eu.

Mas estou sem emprego. E passei o ano todo procurando vagas em qualquer coisa, sem sucesso.

E o dinheiro não rende.


Não tenho o direito de fazer planos em curto prazo, não tenho o direito de fantasiar meu sonho e fazê-lo engendrar na vida.

"Ah faça planos em longo prazo então"

Também não é possível. Não tenho meios de juntar provisões para me dar ao prazer néscio de acreditar no futuro longínquo.

Enquanto isso, meus amigos, um pouco mais novos, um pouco mais velhos, já visitaram vários países das minhas terras ancestrais. Já me trouxeram lembranças, já me contaram experiências, dividiram comigo fotos e sabedorias sobre esses lugares.

E sou muito grata por se lembrarem, por partilharem seu tempo me contando coisas boas.

Entretanto, mal sabem eles da dor lancinante, latente, no meu peito, no meu âmago, sempre que vejo fotos de aeroportos nas suas redes sociais.

É como se eu respirasse e me afogasse através das suas postagens.

É deveras pesaroso estar no meio de pessoas cultas, ser uma delas, e não partilhar de sua classe social. Sei bem que eles não se importam com isso, muito menos se exibem. São pessoas muito simples e muito queridas por mim.

Mas eles não conseguem sentir esse desnível. Esse vão entre os nossos distintos mundos.

Há realidades piores - não desejo a minha a ninguém.




  - Estou fadada a saborear o mundo pelo tato alheio.

sábado, 24 de dezembro de 2016

Inner chaos: a quick xmas review

Source: Google

Well there, hello.

People often misconceive my way of hating xmas. I don't hate the ancient tradition of decorating trees with symbols of fertility and happiness and praising the goddess and the god neither do I hate sharing and spending time with those ones I love the most. On the other hand staying inside of nightmares house having the obligation of endure those ones I've never liked and cared about (bc they also don't give a shit to me) my whole life is too much for me.

Living a day of the purest hypocrisy pretending I enjoy the situation of sharing a table full of dead animals' dishes served with fake family spirit  sauce  spread on it is unbearable for my soul.

It's a stupid waste of time pretending once a year you like someone you hate the entire year by buying them gifts you actually don't wanna pay for.


That's it, christmas is a stupid obligation.

A nonsense shit.


A nonsense fucked up society shit.

domingo, 18 de dezembro de 2016

Books: One love to rule them all

Well there, hello.

This is us binded for one love: LORD OF THE RINGS.

My loves and I. <3

English and portuguese.

Yes we are crazy enough to read it again.

If you wanna join us, please be very welcome!














Farewell... and unpleasant dreams

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